Home Notícias Saúde

Com a chegada das festas juninas, alimentos tradicionais como milho na espiga, pinhão, paçoca e pé de moleque voltam a ocupar espaço nas mesas e celebrações em todo o país. O período, marcado por encontros sociais e refeições compartilhadas, também coloca em evidência desafios enfrentados por pessoas com perda dentária, próteses mal adaptadas ou dificuldades de mastigação.
Dados mais recentes da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2023), do Ministério da Saúde, mostram que a perda dentária e a necessidade de próteses continuam entre os principais problemas de saúde bucal da população brasileira, especialmente entre adultos e idosos. O levantamento reforça como essas condições podem comprometer funções básicas, como a alimentação, além de afetar a qualidade de vida.
Segundo a cirurgiã-dentista especialista em prótese dentária da Oral Sin Implantes, Fernanda Oliani Marur, a ausência de dentes compromete diretamente a eficiência da mastigação, fazendo com que muitos pacientes passem a evitar alimentos mais consistentes e modifiquem a alimentação ao longo do tempo. “A perda dentária afeta diretamente a mastigação. Quando faltam dentes, especialmente os posteriores, que são responsáveis por triturar os alimentos, o paciente tende a mastigar menos ou de forma inadequada. Com o tempo, isso leva à preferência por alimentos mais macios e à exclusão de itens importantes da dieta”, explica.
Durante as festas juninas, essa limitação costuma ficar ainda mais evidente. Alimentos típicos como milho na espiga, pinhão, churrasco, paçoca e pé de moleque exigem maior força e estabilidade na mastigação, o que pode causar desconforto ou insegurança em pessoas que utilizam próteses removíveis ou convivem com perda dentária.
Além da dificuldade para consumir determinados alimentos, dor ao mastigar, feridas recorrentes na gengiva, sensação de que a prótese está solta ou dificuldade para falar podem indicar que ela precisa de ajustes. A mastigação inadequada também interfere na primeira etapa da digestão e pode favorecer restrições alimentares e desequilíbrios nutricionais ao longo do tempo.
Apesar disso, a especialista ressalta que não é preciso deixar de participar das comemorações. Dar preferência a preparações mais macias, como canjica, curau e pamonha, cortar carnes e outros alimentos mais firmes em pedaços menores e evitar morder diretamente alimentos muito duros, como o milho na espiga, são medidas que ajudam a reduzir o esforço durante a mastigação. Para quem utiliza próteses removíveis, também é importante verificar se elas estão bem adaptadas antes dos eventos.
“São alimentos que exigem uma mastigação mais eficiente e estável. É muito comum ouvirmos pacientes relatarem dificuldade para comer milho na espiga, pinhão, churrasco e torresmo. Em casos de próteses removíveis mal adaptadas, existe ainda o receio de que a prótese se movimente ou cause desconforto durante a alimentação”, afirma a dentista.
Caso o desconforto seja frequente, a recomendação é procurar um cirurgião-dentista para avaliar a necessidade de ajustes na prótese ou de tratamentos de reabilitação oral.
“Muitos pacientes acreditam que essas limitações fazem parte do envelhecimento, quando, na verdade, a odontologia dispõe de tratamentos capazes de devolver função mastigatória, conforto e qualidade de vida, como os implantes dentários. O objetivo é que a pessoa volte a comer com segurança e participe desses momentos de convivência sem restrições”, conclui Marur.
Sobre a Oral Sin
A Oral Sin é a maior rede especializada em implantes dentários do Brasil e é referência nacional em odontologia especializada em próteses e implantes. Fundada em 2004, em Arapongas (PR), a marca tem sede em Londrina (PR) e está presente em todos os estados brasileiros, com 370 unidades distribuídas em todas as regiões do país.
A rede realiza mais de 300 mil implantes dentários por ano e se consolidou no mercado ao unir tecnologia, inovação, atendimento humanizado e gestão estruturada. Pioneira em odontologia digital e especializada em implantes dentários, a empresa integra o ecossistema do Grupo SMZTO e vive uma nova fase estratégica voltada à evolução da gestão, fortalecimento da operação e crescimento sustentável da rede.
Segundo a cirurgiã-dentista especialista em prótese dentária da Oral Sin Implantes, Fernanda Oliani Marur, a ausência de dentes compromete diretamente a eficiência da mastigação, fazendo com que muitos pacientes passem a evitar alimentos mais consistentes e modifiquem a alimentação ao longo do tempo. “A perda dentária afeta diretamente a mastigação. Quando faltam dentes, especialmente os posteriores, que são responsáveis por triturar os alimentos, o paciente tende a mastigar menos ou de forma inadequada. Com o tempo, isso leva à preferência por alimentos mais macios e à exclusão de itens importantes da dieta”, explica.
Durante as festas juninas, essa limitação costuma ficar ainda mais evidente. Alimentos típicos como milho na espiga, pinhão, churrasco, paçoca e pé de moleque exigem maior força e estabilidade na mastigação, o que pode causar desconforto ou insegurança em pessoas que utilizam próteses removíveis ou convivem com perda dentária.
Além da dificuldade para consumir determinados alimentos, dor ao mastigar, feridas recorrentes na gengiva, sensação de que a prótese está solta ou dificuldade para falar podem indicar que ela precisa de ajustes. A mastigação inadequada também interfere na primeira etapa da digestão e pode favorecer restrições alimentares e desequilíbrios nutricionais ao longo do tempo.
Apesar disso, a especialista ressalta que não é preciso deixar de participar das comemorações. Dar preferência a preparações mais macias, como canjica, curau e pamonha, cortar carnes e outros alimentos mais firmes em pedaços menores e evitar morder diretamente alimentos muito duros, como o milho na espiga, são medidas que ajudam a reduzir o esforço durante a mastigação. Para quem utiliza próteses removíveis, também é importante verificar se elas estão bem adaptadas antes dos eventos.
“São alimentos que exigem uma mastigação mais eficiente e estável. É muito comum ouvirmos pacientes relatarem dificuldade para comer milho na espiga, pinhão, churrasco e torresmo. Em casos de próteses removíveis mal adaptadas, existe ainda o receio de que a prótese se movimente ou cause desconforto durante a alimentação”, afirma a dentista.
Caso o desconforto seja frequente, a recomendação é procurar um cirurgião-dentista para avaliar a necessidade de ajustes na prótese ou de tratamentos de reabilitação oral.
“Muitos pacientes acreditam que essas limitações fazem parte do envelhecimento, quando, na verdade, a odontologia dispõe de tratamentos capazes de devolver função mastigatória, conforto e qualidade de vida, como os implantes dentários. O objetivo é que a pessoa volte a comer com segurança e participe desses momentos de convivência sem restrições”, conclui Marur.
Sobre a Oral Sin
A Oral Sin é a maior rede especializada em implantes dentários do Brasil e é referência nacional em odontologia especializada em próteses e implantes. Fundada em 2004, em Arapongas (PR), a marca tem sede em Londrina (PR) e está presente em todos os estados brasileiros, com 370 unidades distribuídas em todas as regiões do país.
A rede realiza mais de 300 mil implantes dentários por ano e se consolidou no mercado ao unir tecnologia, inovação, atendimento humanizado e gestão estruturada. Pioneira em odontologia digital e especializada em implantes dentários, a empresa integra o ecossistema do Grupo SMZTO e vive uma nova fase estratégica voltada à evolução da gestão, fortalecimento da operação e crescimento sustentável da rede.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Milho, paçoca e pinhão: por que a Festa Junina pode ser um desafio para quem tem prótese dentária
Com a chegada das festas juninas, alimentos tradicionais como milho na espiga, pinhão, paçoca e pé de moleque voltam a ocupar espaço nas mes
https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6428/milho-pacoca-e-pinhao-por-que-a-festa-junina-pode-ser-um-desafio-para-quem-tem-protese-dentaria



