Home Notícias Coluna Roberta Stieven

Durante muito tempo acreditamos que a tecnologia resolveria tudo.
E, de certa forma, resolveu.
Hoje trabalhamos sem sair de casa, participamos de reuniões online, fazemos compras pelo celular, assistimos palestras à distância e acompanhamos a vida de centenas de pessoas sem precisar encontrá-las pessoalmente.
Estamos mais conectados do que nunca.
Mas existe uma pergunta que vem ganhando força silenciosamente nos últimos anos: se estamos tão conectados, por que sentimos tanta falta do contato humano?
Talvez seja exatamente essa resposta que explique o crescimento dos eventos presenciais em todo o mundo.
Festas de aniversário voltaram a reunir famílias inteiras. Casamentos deixaram de ser apenas cerimônias para se transformar em experiências memoráveis. Congressos, palestras, feiras de negócios e cursos presenciais registram cada vez mais procura.
O que antes parecia uma simples reunião social voltou a se tornar uma necessidade humana.
Porque existem coisas que nenhuma tela consegue reproduzir.
Nenhuma chamada de vídeo substitui um abraço.
Nenhum aplicativo consegue transmitir a energia de um ambiente cheio de pessoas compartilhando ideias.
Nenhuma rede social entrega a mesma conexão que surge em uma conversa espontânea durante um café, um jantar ou um evento.
E talvez seja justamente nesses encontros que acontecem algumas das oportunidades mais importantes da vida.
Muitas amizades começam em eventos. Parcerias empresariais surgem em corredores de congressos. Novos negócios nascem em uma troca de cartões. Clientes aparecem através de uma indicação. Empresas encontram talentos. Pessoas encontram inspiração.
O networking, tão comentado nos últimos anos, nada mais é do que uma versão moderna de algo que sempre existiu: relacionamentos.
Porque antes de qualquer contrato, existe confiança. Antes de qualquer venda, existe conexão. Antes de qualquer oportunidade, existe uma pessoa.
E pessoas gostam de pessoas.
No ambiente empresarial, essa realidade se tornou ainda mais evidente. Empresas que investem em eventos, encontros, treinamentos e experiências presenciais perceberam que os resultados vão muito além do conteúdo apresentado no palco.

Muitas vezes, o maior aprendizado acontece nos bastidores. Na conversa durante o intervalo. Na troca de experiências. No contato direto com quem já percorreu caminhos semelhantes.
Mas o retorno do presencial não acontece apenas nos negócios.
Ele também aparece na forma como escolhemos celebrar a vida.
Talvez por isso as festas estejam mais valorizadas. Os encontros familiares mais significativos. Os aniversários mais cheios de propósito.
Depois de anos acelerados e cada vez mais digitais, as pessoas parecem estar redescobrindo algo simples: momentos compartilhados têm valor.
E quanto mais o mundo avança tecnologicamente, mais percebemos que algumas necessidades continuam as mesmas.
Queremos ser vistos. Queremos pertencer. Queremos trocar experiências. Queremos criar memórias.
No fim das contas, os eventos presenciais voltaram com força porque nos lembram de algo essencial: nenhuma tecnologia substitui a experiência de estar verdadeiramente presente.
E talvez o futuro não seja escolher entre o digital e o presencial.
Talvez seja entender que a tecnologia conecta dispositivos, mas são os encontros que conectam pessoas.
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
Hoje trabalhamos sem sair de casa, participamos de reuniões online, fazemos compras pelo celular, assistimos palestras à distância e acompanhamos a vida de centenas de pessoas sem precisar encontrá-las pessoalmente.
Estamos mais conectados do que nunca.
Mas existe uma pergunta que vem ganhando força silenciosamente nos últimos anos: se estamos tão conectados, por que sentimos tanta falta do contato humano?
Talvez seja exatamente essa resposta que explique o crescimento dos eventos presenciais em todo o mundo.
Festas de aniversário voltaram a reunir famílias inteiras. Casamentos deixaram de ser apenas cerimônias para se transformar em experiências memoráveis. Congressos, palestras, feiras de negócios e cursos presenciais registram cada vez mais procura.
O que antes parecia uma simples reunião social voltou a se tornar uma necessidade humana.
Porque existem coisas que nenhuma tela consegue reproduzir.
Nenhuma chamada de vídeo substitui um abraço.
Nenhum aplicativo consegue transmitir a energia de um ambiente cheio de pessoas compartilhando ideias.
Nenhuma rede social entrega a mesma conexão que surge em uma conversa espontânea durante um café, um jantar ou um evento.
E talvez seja justamente nesses encontros que acontecem algumas das oportunidades mais importantes da vida.
Muitas amizades começam em eventos. Parcerias empresariais surgem em corredores de congressos. Novos negócios nascem em uma troca de cartões. Clientes aparecem através de uma indicação. Empresas encontram talentos. Pessoas encontram inspiração.
O networking, tão comentado nos últimos anos, nada mais é do que uma versão moderna de algo que sempre existiu: relacionamentos.
Porque antes de qualquer contrato, existe confiança. Antes de qualquer venda, existe conexão. Antes de qualquer oportunidade, existe uma pessoa.
E pessoas gostam de pessoas.
No ambiente empresarial, essa realidade se tornou ainda mais evidente. Empresas que investem em eventos, encontros, treinamentos e experiências presenciais perceberam que os resultados vão muito além do conteúdo apresentado no palco.
Muitas vezes, o maior aprendizado acontece nos bastidores. Na conversa durante o intervalo. Na troca de experiências. No contato direto com quem já percorreu caminhos semelhantes.
Mas o retorno do presencial não acontece apenas nos negócios.
Ele também aparece na forma como escolhemos celebrar a vida.
Talvez por isso as festas estejam mais valorizadas. Os encontros familiares mais significativos. Os aniversários mais cheios de propósito.
Depois de anos acelerados e cada vez mais digitais, as pessoas parecem estar redescobrindo algo simples: momentos compartilhados têm valor.
E quanto mais o mundo avança tecnologicamente, mais percebemos que algumas necessidades continuam as mesmas.
Queremos ser vistos. Queremos pertencer. Queremos trocar experiências. Queremos criar memórias.
No fim das contas, os eventos presenciais voltaram com força porque nos lembram de algo essencial: nenhuma tecnologia substitui a experiência de estar verdadeiramente presente.
E talvez o futuro não seja escolher entre o digital e o presencial.
Talvez seja entender que a tecnologia conecta dispositivos, mas são os encontros que conectam pessoas.
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Depois das telas, voltamos a procurar pessoas
Durante muito tempo acreditamos que a tecnologia resolveria tudo. E, de certa forma, resolveu. Hoje trabalhamos sem sair de casa, particip
https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6430/depois-das-telas-voltamos-a-procurar-pessoas



