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Há alguns anos, pouca gente imaginaria que um jogador da Noruega seria um dos assuntos mais comentados antes de um jogo da Seleção Brasileira. Hoje, basta mencionar um nome: Haaland.
Neste domingo, Brasil e Noruega se enfrentam pelas oitavas de final da Copa do Mundo, e a expectativa vai muito além dos 90 minutos. De um lado, a tradição da camisa amarela e o sonho do hexacampeonato. Do outro, um dos atacantes mais temidos do futebol mundial, que chega como a grande esperança norueguesa.
Mas se Haaland desperta respeito, ele também aumenta a emoção. Afinal, é justamente nos grandes desafios que a Copa do Mundo cria suas histórias mais inesquecíveis.
Enquanto os holofotes do mundo se voltam para o confronto, em Maringá o clima já tomou conta da cidade. Famílias organizam almoços de domingo, amigos combinam churrascos, bares preparam telões e muitos vestirão a camisa verde e amarela para viver mais um capítulo da campanha brasileira.
A Copa tem esse poder único: ela transforma um jogo em encontro, uma torcida em comunidade e um domingo comum em uma memória que pode durar anos.
Independentemente do resultado, a cidade já entrou em ritmo de Copa. As conversas nos cafés, nos escritórios e nas redes sociais giram em torno de escalações, palpites e daquela pergunta que todo brasileiro faz antes de um grande jogo: 'Será que agora vem o hexa?'
Haaland pode ser um fenômeno do futebol moderno. Mas Copa do Mundo nunca foi apenas sobre estatísticas. É sobre emoção, superstição, esperança e a força de uma torcida que acredita até o último minuto.
Que venha o apito inicial. Que venham as emoções. E que Maringá continue mostrando que, quando o Brasil entra em campo, a cidade inteira veste a mesma camisa.
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
Colunista Viver Maringá
Mas se Haaland desperta respeito, ele também aumenta a emoção. Afinal, é justamente nos grandes desafios que a Copa do Mundo cria suas histórias mais inesquecíveis.
Enquanto os holofotes do mundo se voltam para o confronto, em Maringá o clima já tomou conta da cidade. Famílias organizam almoços de domingo, amigos combinam churrascos, bares preparam telões e muitos vestirão a camisa verde e amarela para viver mais um capítulo da campanha brasileira.
A Copa tem esse poder único: ela transforma um jogo em encontro, uma torcida em comunidade e um domingo comum em uma memória que pode durar anos.
Independentemente do resultado, a cidade já entrou em ritmo de Copa. As conversas nos cafés, nos escritórios e nas redes sociais giram em torno de escalações, palpites e daquela pergunta que todo brasileiro faz antes de um grande jogo: 'Será que agora vem o hexa?'
Haaland pode ser um fenômeno do futebol moderno. Mas Copa do Mundo nunca foi apenas sobre estatísticas. É sobre emoção, superstição, esperança e a força de uma torcida que acredita até o último minuto.
Que venha o apito inicial. Que venham as emoções. E que Maringá continue mostrando que, quando o Brasil entra em campo, a cidade inteira veste a mesma camisa.
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
Colunista Viver Maringá
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https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6483/domingo-tem-um-encontro-de-gigantes



