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Um adesivo para intolerância à lactose promete facilitar a rotina de milhões de pessoas com intolerância à lactose. Ele libera 2,5 mg de lactase pela pele por até 12 horas. A tecnologia já desperta interesse porque oferece uma alternativa aos comprimidos que precisam ser tomados antes das refeições.
Chamado de Dear Dairy, o adesivo foi desenvolvido pela empresa norte-americana Barrière. Segundo a fabricante, ele libera gradualmente a enzima lactase, responsável por ajudar na digestão da lactose, permitindo que o usuário passe boa parte do dia sem precisar tomar novas doses, antes de consumir leite e derivados.
Os resultados divulgados até agora, apresentados pela própria fabricante, mostram que um teste feito com 81 consumidores mostrou que mais de 85% relataram pouco ou nenhum desconforto após consumir alimentos com lactose. Agora o adesivo precisa de revisão independente de pares, como se diz, e aguarda publicação em revistas científicas.
Como funciona
Cada adesivo contém 2,5 mg de lactase, o equivalente a 9.000 unidades FCC, medida utilizada para indicar a atividade da enzima.
Outro diferencial é a praticidade.
Em vez de carregar cápsulas na bolsa ou lembrar de tomar uma nova dose a cada refeição, o usuário utiliza apenas um adesivo durante o dia todo.
O que é intolerância à lactose
A intolerância à lactose acontece quando o organismo produz pouca lactase, enzima responsável por quebrar a lactose no intestino.
Diversos estudos científicos já comprovaram que a lactase ingerida por via oral, em comprimidos ou cápsulas, reduz os sintomas em muitas pessoas.
No caso do adesivo, porém, a situação é diferente. Especialistas alertam que, até o momento, não existem estudos clínicos independentes publicados que comprovem que a lactase aplicada pela pele chega ao intestino e funciona da mesma forma que os comprimidos tradicionais.
O que falta
É que as proteínas e enzimas costumam ter dificuldade para atravessar a barreira natural da pele.
Também será preciso comprovar que ela conseguirá permanecer ativa e chegar ao intestino em quantidade suficiente para exercer o mesmo efeito do comprimido.
Se os próximos estudos confirmarem a eficácia da nova tecnologia, o adesivo poderá representar uma mudança importante na rotina de milhões de pessoas com intolerância à lactose.
Até lá, especialistas recomendam que ninguém substitua os tratamentos tradicionais sem orientação médica.
Os resultados divulgados até agora, apresentados pela própria fabricante, mostram que um teste feito com 81 consumidores mostrou que mais de 85% relataram pouco ou nenhum desconforto após consumir alimentos com lactose. Agora o adesivo precisa de revisão independente de pares, como se diz, e aguarda publicação em revistas científicas.
Como funciona
Cada adesivo contém 2,5 mg de lactase, o equivalente a 9.000 unidades FCC, medida utilizada para indicar a atividade da enzima.
Outro diferencial é a praticidade.
Em vez de carregar cápsulas na bolsa ou lembrar de tomar uma nova dose a cada refeição, o usuário utiliza apenas um adesivo durante o dia todo.
O que é intolerância à lactose
A intolerância à lactose acontece quando o organismo produz pouca lactase, enzima responsável por quebrar a lactose no intestino.
Diversos estudos científicos já comprovaram que a lactase ingerida por via oral, em comprimidos ou cápsulas, reduz os sintomas em muitas pessoas.
No caso do adesivo, porém, a situação é diferente. Especialistas alertam que, até o momento, não existem estudos clínicos independentes publicados que comprovem que a lactase aplicada pela pele chega ao intestino e funciona da mesma forma que os comprimidos tradicionais.
O que falta
É que as proteínas e enzimas costumam ter dificuldade para atravessar a barreira natural da pele.
Também será preciso comprovar que ela conseguirá permanecer ativa e chegar ao intestino em quantidade suficiente para exercer o mesmo efeito do comprimido.
Se os próximos estudos confirmarem a eficácia da nova tecnologia, o adesivo poderá representar uma mudança importante na rotina de milhões de pessoas com intolerância à lactose.
Até lá, especialistas recomendam que ninguém substitua os tratamentos tradicionais sem orientação médica.
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https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6526/novo-adesivo-pode-ajudar-pessoas-com-intolerancia-a-lactose-por-ate-12-horas



