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Disponível no Pilar Hospital, a tecnologia é indicada para casos como úlceras venosas, queimaduras, infecções, além do tratamento e redução de complicações pós-cirúrgicas
Embora ainda seja pouco conhecida pelo público, a oxigenoterapia hiperbárica é uma terapia reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para o tratamento de diferentes condições clínicas. Realizado em uma câmara pressurizada, o procedimento aumenta a oferta de oxigênio aos tecidos, favorecendo o processo de cicatrização e a recuperação do organismo. Entre as principais indicações estão feridas que não cicatrizam, queimaduras graves, complicações após cirurgias e até lesões provocadas pela radioterapia.
O Pilar Hospital, em Curitiba, oferece o tratamento há 16 anos e conta com capacidade operacional para atender até 60 pacientes por dia, recebendo pessoas de diferentes regiões do Paraná. A estrutura dispõe de câmaras monoplace (individuais) e de uma câmara multiplace, que permite o atendimento simultâneo de mais de um paciente.
"Hoje, podemos atender qualquer perfil de paciente com a nossa câmara multiplace e as câmaras monoplace", destaca o médico Diogo Peixoto, responsável pelo serviço de Medicina Hiperbárica e do setor de Queimados da instituição.
Como funciona a terapia
Durante uma sessão, que dura cerca de 90 minutos, o paciente permanece em uma câmara pressurizada respirando oxigênio puro. Nessas condições, a quantidade de oxigênio disponível nos tecidos aumenta significativamente, favorecendo a cicatrização, o combate a infecções e a redução de processos inflamatórios.
Segundo o especialista, os primeiros benefícios costumam aparecer rapidamente. "Em média, a partir da terceira sessão já observamos redução do edema e melhora da perfusão tecidual, fatores importantes para acelerar a recuperação dos tecidos", afirma.
Principais indicações
As indicações mais frequentes são feridas de difícil cicatrização, como úlceras venosas e lesões em pessoas com diabetes. A terapia também é prescrita para grandes queimaduras, osteomielite, lesões decorrentes da radioterapia, além da redução dos riscos e do tratamento das complicações cirúrgicas.
Peixoto reforça que as contraindicações absolutas são raras, mas destaca a importância da avaliação individual antes do início do tratamento. "Todo paciente deve ser avaliado por um médico hiperbarista para que o planejamento seja realizado com segurança e previsibilidade", explica.
Tratamento em evolução
A medicina hiperbárica vive um período de expansão científica, impulsionado por estudos que investigam novas aplicações da terapia e reforçam sua eficácia em indicações já consolidadas. Segundo o médico, esse avanço pode ampliar, no futuro, o número de condições clínicas com indicação para o tratamento. “Pesquisas recentes têm demonstrado benefícios principalmente na recuperação pós-operatória, com redução do edema, aceleração do processo de cicatrização e menor risco de complicações”, conclui.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
O Pilar Hospital, em Curitiba, oferece o tratamento há 16 anos e conta com capacidade operacional para atender até 60 pacientes por dia, recebendo pessoas de diferentes regiões do Paraná. A estrutura dispõe de câmaras monoplace (individuais) e de uma câmara multiplace, que permite o atendimento simultâneo de mais de um paciente.
"Hoje, podemos atender qualquer perfil de paciente com a nossa câmara multiplace e as câmaras monoplace", destaca o médico Diogo Peixoto, responsável pelo serviço de Medicina Hiperbárica e do setor de Queimados da instituição.
Como funciona a terapia
Durante uma sessão, que dura cerca de 90 minutos, o paciente permanece em uma câmara pressurizada respirando oxigênio puro. Nessas condições, a quantidade de oxigênio disponível nos tecidos aumenta significativamente, favorecendo a cicatrização, o combate a infecções e a redução de processos inflamatórios.
Segundo o especialista, os primeiros benefícios costumam aparecer rapidamente. "Em média, a partir da terceira sessão já observamos redução do edema e melhora da perfusão tecidual, fatores importantes para acelerar a recuperação dos tecidos", afirma.
Principais indicações
As indicações mais frequentes são feridas de difícil cicatrização, como úlceras venosas e lesões em pessoas com diabetes. A terapia também é prescrita para grandes queimaduras, osteomielite, lesões decorrentes da radioterapia, além da redução dos riscos e do tratamento das complicações cirúrgicas.
Peixoto reforça que as contraindicações absolutas são raras, mas destaca a importância da avaliação individual antes do início do tratamento. "Todo paciente deve ser avaliado por um médico hiperbarista para que o planejamento seja realizado com segurança e previsibilidade", explica.
Tratamento em evolução
A medicina hiperbárica vive um período de expansão científica, impulsionado por estudos que investigam novas aplicações da terapia e reforçam sua eficácia em indicações já consolidadas. Segundo o médico, esse avanço pode ampliar, no futuro, o número de condições clínicas com indicação para o tratamento. “Pesquisas recentes têm demonstrado benefícios principalmente na recuperação pós-operatória, com redução do edema, aceleração do processo de cicatrização e menor risco de complicações”, conclui.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
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https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6537/o-que-e-e-como-funciona-a-camara-hiperbarica-tratamento-auxilia-na-cicatrizacao-e-recuperacao-de-pacientes



