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Concessionária destaca a importância do planejamento e das pausas durante as viagens; fadiga e sonolência estão associadas a uma parcela importante dos acidentes automobilísticos, segundo estudo
Ao primeiro sinal de sonolência, a regra é clara: parar a viagem e descansar em um local seguro. Com esse alerta, a EPR Paraná realiza neste sábado (25), Dia do Motorista, uma campanha de conscientização sobre os perigos da fadiga no trânsito. A iniciativa ocorrerá das 9h às 11h no Posto Pra Frente Brasil 2, em Arapongas (BR-369, km 181). No local, os motoristas receberão panfletos educativos e orientações práticas com dicas de direção defensiva, estratégias para gerenciar o cansaço em viagens longas ou madrugadas e reforço sobre os perigos da combinação do álcool e direção.
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a fadiga está entre os principais fatores associados a acidentes graves nas estradas. Nessas situações, a redução da atenção e dos reflexos pode comprometer a capacidade de reação do motorista diante de imprevistos. Além disso, o cansaço prejudica a percepção de profundidade, a avaliação de riscos e a coordenação motora fina do condutor.
Outro perigo apontado pelo estudo é o chamado microssono, episódio em que o motorista adormece involuntariamente por alguns segundos sem perceber. Dependendo da velocidade do veículo, esse intervalo pode ser suficiente para percorrer centenas de metros sem controle efetivo da direção.
Nas rodovias administradas pela EPR Paraná, os usuários contam com 14 bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), que oferecem estrutura de apoio para pausas seguras ao longo da viagem, funcionando 24 horas por dia. A concessionária reforça que descansar também faz parte do planejamento e é uma das medidas mais importantes para a prevenção de acidentes.
"O Dia do Motorista é uma data para celebrarmos a importância desses profissionais, mas também para lembrarmos que a vida de quem está ao volante vale muito. O sono é um risco silencioso. Muitas vezes, o motorista acredita que consegue seguir viagem normalmente, mas seus reflexos e sua capacidade de tomada de decisão já estão comprometidos. Na rodovia, poucos segundos de desatenção são suficientes para provocar consequências graves", afirma Mauro Bertelli, gerente de Operações da EPR Paraná.
O corpo costuma dar sinais antes do limite
Especialistas alertam que o organismo costuma emitir sinais claros de que o motorista precisa interromper o deslocamento e descansar. A sonolência é regulada por mecanismos biológicos rígidos, o que desmistifica a ideia de que o condutor pode controlar o sono apenas com "força de vontade". O pico de acidentes causados por fadiga coincide diretamente com as quedas do ritmo circadiano do organismo humano: ocorrem com maior frequência na madrugada (entre 2h e 6h) e no início da tarde (entre 14h e 16h).
Coordenador médico do serviço pré-hospitalar na concessionária, o médico socorrista Maurício Lemos explica a diferença crucial entre o cansaço físico e a privação de sono. "Enquanto o cansaço muscular pode ser aliviado momentaneamente ao mudar de posição ou esticar as pernas, a sonolência é uma necessidade neurológica e fisiológica acumulada. A privação de sono deprime o sistema nervoso central, reduzindo drasticamente os reflexos, prejudicando a capacidade de concentração e alterando a percepção de risco. Quando o cérebro entra nesse estágio de fadiga, o motorista fica vulnerável ao microssono, que é quando o corpo simplesmente 'desliga' por alguns segundos na tentativa de se recuperar."
Ignorar os sinais aumenta o risco de acidentes
É essencial que o motorista identifique os primeiros alertas físicos e realize uma pausa antes de seguir viagem. Insistir na direção quando o corpo já demonstra sinais de exaustão compromete a segurança de todos na rodovia, alerta o médico.
"O corpo sempre avisa antes de falhar. Os principais sinais de que a viagem deve ser interrompida imediatamente incluem bocejos frequentes, sensação de peso nas pálpebras, visão embaçada, dificuldade para manter a cabeça erguida e, principalmente, lapsos de memória de curto prazo, como não lembrar do último quilômetro ou curva percorrida. Tentar resistir ao sono é uma aposta perigosa. A medida mais segura e eficaz é parar em um local adequado, como as nossas bases do SAU, e descansar", orienta Lemos.
Confira dicas para motoristas que vão enfrentar uma jornada longa:
Durma bem antes de viajar: garanta entre seis e oito horas de sono antes de iniciar o percurso;
Faça pausas periódicas: a recomendação médica padrão é interromper a direção a cada duas horas de viagem ou a cada 150 a 200 quilômetros rodados;
Evite o mito das janelas abertas: não confie em estratégias paliativas como abrir as janelas, ligar o ar-condicionado no máximo ou ouvir música alta. Essas ações oferecem apenas uma falsa sensação de alerta que dura poucos minutos, mascarando o perigo real;
Atenção à alimentação: evite refeições pesadas antes de dirigir e mantenha-se hidratado;
Não tente "lutar contra o sono": ao primeiro sinal de fadiga ou sonolência, procure um local seguro, como as bases do SAU da EPR Paraná, para descansar;
Cuidado com medicamentos: verifique se remédios de uso contínuo, como antialérgicos ou relaxantes musculares, possuem efeito sedativo antes de pegar a estrada;
Reveze a direção: sempre que possível, compartilhe a condução do veículo em viagens longas.
Sobre a EPR Paraná
A EPR Paraná, empresa do grupo EPR, é a concessionária responsável por administrar 628 quilômetros de rodovias, que passam por 39 municípios das regiões Norte, Oeste e Noroeste do Paraná.
A concessionária administra trechos das rodovias federais BR-272, BR-369 e BR-376, além das estaduais PR-182, PR-272, PR-317, PR-323, PR-444, PR-862, PR-897 e PR-986, conectando regiões importantes como Londrina, Maringá, Umuarama, Cornélio Procópio e Guaíra (na fronteira com o Paraguai).
O número de emergência da concessionária EPR Paraná é 0800 369 0376. Acompanhe a EPR Paraná nas redes sociais: @epr.parana (Instagram e Facebook), @EPRParaná (X) e pelo canal no WhatsApp.
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a fadiga está entre os principais fatores associados a acidentes graves nas estradas. Nessas situações, a redução da atenção e dos reflexos pode comprometer a capacidade de reação do motorista diante de imprevistos. Além disso, o cansaço prejudica a percepção de profundidade, a avaliação de riscos e a coordenação motora fina do condutor.
Outro perigo apontado pelo estudo é o chamado microssono, episódio em que o motorista adormece involuntariamente por alguns segundos sem perceber. Dependendo da velocidade do veículo, esse intervalo pode ser suficiente para percorrer centenas de metros sem controle efetivo da direção.
Nas rodovias administradas pela EPR Paraná, os usuários contam com 14 bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), que oferecem estrutura de apoio para pausas seguras ao longo da viagem, funcionando 24 horas por dia. A concessionária reforça que descansar também faz parte do planejamento e é uma das medidas mais importantes para a prevenção de acidentes.
"O Dia do Motorista é uma data para celebrarmos a importância desses profissionais, mas também para lembrarmos que a vida de quem está ao volante vale muito. O sono é um risco silencioso. Muitas vezes, o motorista acredita que consegue seguir viagem normalmente, mas seus reflexos e sua capacidade de tomada de decisão já estão comprometidos. Na rodovia, poucos segundos de desatenção são suficientes para provocar consequências graves", afirma Mauro Bertelli, gerente de Operações da EPR Paraná.
O corpo costuma dar sinais antes do limite
Especialistas alertam que o organismo costuma emitir sinais claros de que o motorista precisa interromper o deslocamento e descansar. A sonolência é regulada por mecanismos biológicos rígidos, o que desmistifica a ideia de que o condutor pode controlar o sono apenas com "força de vontade". O pico de acidentes causados por fadiga coincide diretamente com as quedas do ritmo circadiano do organismo humano: ocorrem com maior frequência na madrugada (entre 2h e 6h) e no início da tarde (entre 14h e 16h).
Coordenador médico do serviço pré-hospitalar na concessionária, o médico socorrista Maurício Lemos explica a diferença crucial entre o cansaço físico e a privação de sono. "Enquanto o cansaço muscular pode ser aliviado momentaneamente ao mudar de posição ou esticar as pernas, a sonolência é uma necessidade neurológica e fisiológica acumulada. A privação de sono deprime o sistema nervoso central, reduzindo drasticamente os reflexos, prejudicando a capacidade de concentração e alterando a percepção de risco. Quando o cérebro entra nesse estágio de fadiga, o motorista fica vulnerável ao microssono, que é quando o corpo simplesmente 'desliga' por alguns segundos na tentativa de se recuperar."
Ignorar os sinais aumenta o risco de acidentes
É essencial que o motorista identifique os primeiros alertas físicos e realize uma pausa antes de seguir viagem. Insistir na direção quando o corpo já demonstra sinais de exaustão compromete a segurança de todos na rodovia, alerta o médico.
"O corpo sempre avisa antes de falhar. Os principais sinais de que a viagem deve ser interrompida imediatamente incluem bocejos frequentes, sensação de peso nas pálpebras, visão embaçada, dificuldade para manter a cabeça erguida e, principalmente, lapsos de memória de curto prazo, como não lembrar do último quilômetro ou curva percorrida. Tentar resistir ao sono é uma aposta perigosa. A medida mais segura e eficaz é parar em um local adequado, como as nossas bases do SAU, e descansar", orienta Lemos.
Confira dicas para motoristas que vão enfrentar uma jornada longa:
Durma bem antes de viajar: garanta entre seis e oito horas de sono antes de iniciar o percurso;
Faça pausas periódicas: a recomendação médica padrão é interromper a direção a cada duas horas de viagem ou a cada 150 a 200 quilômetros rodados;
Evite o mito das janelas abertas: não confie em estratégias paliativas como abrir as janelas, ligar o ar-condicionado no máximo ou ouvir música alta. Essas ações oferecem apenas uma falsa sensação de alerta que dura poucos minutos, mascarando o perigo real;
Atenção à alimentação: evite refeições pesadas antes de dirigir e mantenha-se hidratado;
Não tente "lutar contra o sono": ao primeiro sinal de fadiga ou sonolência, procure um local seguro, como as bases do SAU da EPR Paraná, para descansar;
Cuidado com medicamentos: verifique se remédios de uso contínuo, como antialérgicos ou relaxantes musculares, possuem efeito sedativo antes de pegar a estrada;
Reveze a direção: sempre que possível, compartilhe a condução do veículo em viagens longas.
Sobre a EPR Paraná
A EPR Paraná, empresa do grupo EPR, é a concessionária responsável por administrar 628 quilômetros de rodovias, que passam por 39 municípios das regiões Norte, Oeste e Noroeste do Paraná.
A concessionária administra trechos das rodovias federais BR-272, BR-369 e BR-376, além das estaduais PR-182, PR-272, PR-317, PR-323, PR-444, PR-862, PR-897 e PR-986, conectando regiões importantes como Londrina, Maringá, Umuarama, Cornélio Procópio e Guaíra (na fronteira com o Paraguai).
O número de emergência da concessionária EPR Paraná é 0800 369 0376. Acompanhe a EPR Paraná nas redes sociais: @epr.parana (Instagram e Facebook), @EPRParaná (X) e pelo canal no WhatsApp.
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