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Transformar ideias em arte, abrir caminhos e fazer a produção cultural circular. Para a artista plástica Elisa Riemer, esses são estímulo do ‘Fomento Aniceto Matti’. “O edital é esse fósforo que acende para que os artistas consigam fazer o seu trabalho acontecer”, declara. Nesta terça-feira, 11, a Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Cultura (Semuc), formalizou um novo edital do ‘Aniceto Matti’, com a assinatura dos contratos de 50 projetos contemplados em 2025. A cerimônia foi realizada no Paço Municipal.
Nesta edição, o município alcança um novo marco na política de incentivo à cultura. Foram destinados R$ 2,67 milhões diretamente aos projetos selecionados entre 258 propostas inscritas, o maior número desde a criação do programa, em 2012. Com os R$ 27,7 mil aplicados na contratação dos pareceristas responsáveis pela avaliação técnica, o investimento total do edital chega a R$ 2,697 milhões.
Pela segunda edição consecutiva, os recursos são repassados sem retenção de impostos, permitindo que 100% dos valores previstos no edital sejam destinados aos produtores culturais. A medida amplia a capacidade de execução dos projetos, fortalece a cadeia produtiva da cultura e assegura à comunidade maringaense uma ampla programação gratuita nas áreas de artes cênicas, dança, música, literatura, leitura, artes visuais, audiovisual, patrimônio cultural, museus, memória, arte urbana e cultura popular.
O prefeito Silvio Barros comemorou o recorde de participação no ‘Aniceto Matti. Somando os investimentos de 2025 e 2026, a atual gestão já destinou R$ 5,17 milhões ao fomento, com 97 projetos culturais contemplados. “Criamos o 'Aniceto Matti’ em 2012 e agora estamos batendo recordes de participação. Isso é o mais importante. Mais importante até do que o dinheiro é ter gente interessada, produzindo e apresentando projetos para enriquecer nossa cidade culturalmente”, afirmou o prefeito Silvio Barros”, disse.
”Os projetos contemplados movimentam diversos setores da cidade, geram oportunidades para artistas e produtores e ampliam o acesso da população às manifestações culturais", completou o prefeito.
O secretário de Cultura, Tiago Valenciano, enfatizou que a cultura é uma construção. “Cada um vai colocando o seu tijolinho para que a Secretaria continue avançando, para que as pessoas possam trabalhar e viver da arte e da cultura em Maringá. Todo ano a gente busca ampliar os recursos, porque cultura precisa de investimento. Sem recurso, a coisa não anda. É preciso pagar, gerar trabalho e movimentar a economia”, comentou.
Segundo o secretário, o impacto do programa vai longe. “Quando olhamos a ficha técnica de um projeto, vemos 10, 15, 20 pessoas trabalhando. O recurso público passa por toda uma cadeia produtiva, com produtores, artistas, fotógrafos, técnicos de som e luz e diversas empresas. Não é somente a entrega do recurso, é toda uma economia da cultura sendo movimentada”, afirmou.
A presidente da Câmara de Maringá, vereadora Majô, destacou a cultura e a economia criativa como atividades que valorizam os artistas locais. “O Aniceto Matti contribui para fortalecer o setor e ampliar as oportunidades para quem vive da arte e da cultura na cidade. A economia criativa, a arte e a música não são favor. São profissão. É preciso valorizar e reconhecer quem vive desse trabalho”, defendeu.
Um dos proponentes contemplados, Eduardo Montagnari, discursou em nome da classe artística. “Quero agradecer, em nome de todos, o valor que está sendo destinado às nossas atividades culturais. É importante que esse investimento continue e cresça ainda mais nos próximos anos. Hoje, o ‘Aniceto Matti’ tem essa grandiosidade, e nós agradecemos por essa continuidade”, afirmou.
A artista plástica Elisa Riemer reiterou que o ‘Aniceto Matti’ proporciona aos artistas a possibilidade de dar vida à criatividade e levar seus trabalhos para outros lugares. “Eu mesma comecei pelo ‘Aniceto’ e depois consegui levar minha exposição individual para São Paulo. O edital já faz parte da identidade cultural do município. Vejo o ‘Aniceto Matti’ como um grande patrimônio artístico da cidade”, assegurou.
O ator, diretor e produtor cultural Mateus Mosheta comentou que o fomento proporciona a descentralização da cultura em Maringá e amplia o acesso da população às atividades artísticas. “Esse movimento é resultado de anos de fomento, da criação de novos mecanismos de incentivo e do crescimento da produção cultural na cidade. Ter apresentações culturais em diversos espaços da cidade fortalece a economia criativa e amplia a circulação de artistas, produtores e públicos. Cada espaço tem sua identidade, sua linguagem e sua forma de atuar, mas essa união é muito importante para a manutenção e para a produção cultural”, argumentou.
O ‘Aniceto Matti’ se consolidou como o principal mecanismo municipal de incentivo à produção cultural em Maringá, com crescimento contínuo dos investimentos e do número de projetos contemplados. Em 2025, o investimento subiu para R$ 2,5 milhões, com 47 iniciativas contempladas. Já em 2026, o programa alcançou o maior valor de sua história, com R$ 2,67 milhões destinados a 50 projetos culturais.
Pela segunda edição consecutiva, os recursos são repassados sem retenção de impostos, permitindo que 100% dos valores previstos no edital sejam destinados aos produtores culturais. A medida amplia a capacidade de execução dos projetos, fortalece a cadeia produtiva da cultura e assegura à comunidade maringaense uma ampla programação gratuita nas áreas de artes cênicas, dança, música, literatura, leitura, artes visuais, audiovisual, patrimônio cultural, museus, memória, arte urbana e cultura popular.
O prefeito Silvio Barros comemorou o recorde de participação no ‘Aniceto Matti. Somando os investimentos de 2025 e 2026, a atual gestão já destinou R$ 5,17 milhões ao fomento, com 97 projetos culturais contemplados. “Criamos o 'Aniceto Matti’ em 2012 e agora estamos batendo recordes de participação. Isso é o mais importante. Mais importante até do que o dinheiro é ter gente interessada, produzindo e apresentando projetos para enriquecer nossa cidade culturalmente”, afirmou o prefeito Silvio Barros”, disse.
”Os projetos contemplados movimentam diversos setores da cidade, geram oportunidades para artistas e produtores e ampliam o acesso da população às manifestações culturais", completou o prefeito.
O secretário de Cultura, Tiago Valenciano, enfatizou que a cultura é uma construção. “Cada um vai colocando o seu tijolinho para que a Secretaria continue avançando, para que as pessoas possam trabalhar e viver da arte e da cultura em Maringá. Todo ano a gente busca ampliar os recursos, porque cultura precisa de investimento. Sem recurso, a coisa não anda. É preciso pagar, gerar trabalho e movimentar a economia”, comentou.
Segundo o secretário, o impacto do programa vai longe. “Quando olhamos a ficha técnica de um projeto, vemos 10, 15, 20 pessoas trabalhando. O recurso público passa por toda uma cadeia produtiva, com produtores, artistas, fotógrafos, técnicos de som e luz e diversas empresas. Não é somente a entrega do recurso, é toda uma economia da cultura sendo movimentada”, afirmou.
A presidente da Câmara de Maringá, vereadora Majô, destacou a cultura e a economia criativa como atividades que valorizam os artistas locais. “O Aniceto Matti contribui para fortalecer o setor e ampliar as oportunidades para quem vive da arte e da cultura na cidade. A economia criativa, a arte e a música não são favor. São profissão. É preciso valorizar e reconhecer quem vive desse trabalho”, defendeu.
Um dos proponentes contemplados, Eduardo Montagnari, discursou em nome da classe artística. “Quero agradecer, em nome de todos, o valor que está sendo destinado às nossas atividades culturais. É importante que esse investimento continue e cresça ainda mais nos próximos anos. Hoje, o ‘Aniceto Matti’ tem essa grandiosidade, e nós agradecemos por essa continuidade”, afirmou.
A artista plástica Elisa Riemer reiterou que o ‘Aniceto Matti’ proporciona aos artistas a possibilidade de dar vida à criatividade e levar seus trabalhos para outros lugares. “Eu mesma comecei pelo ‘Aniceto’ e depois consegui levar minha exposição individual para São Paulo. O edital já faz parte da identidade cultural do município. Vejo o ‘Aniceto Matti’ como um grande patrimônio artístico da cidade”, assegurou.
O ator, diretor e produtor cultural Mateus Mosheta comentou que o fomento proporciona a descentralização da cultura em Maringá e amplia o acesso da população às atividades artísticas. “Esse movimento é resultado de anos de fomento, da criação de novos mecanismos de incentivo e do crescimento da produção cultural na cidade. Ter apresentações culturais em diversos espaços da cidade fortalece a economia criativa e amplia a circulação de artistas, produtores e públicos. Cada espaço tem sua identidade, sua linguagem e sua forma de atuar, mas essa união é muito importante para a manutenção e para a produção cultural”, argumentou.
O ‘Aniceto Matti’ se consolidou como o principal mecanismo municipal de incentivo à produção cultural em Maringá, com crescimento contínuo dos investimentos e do número de projetos contemplados. Em 2025, o investimento subiu para R$ 2,5 milhões, com 47 iniciativas contempladas. Já em 2026, o programa alcançou o maior valor de sua história, com R$ 2,67 milhões destinados a 50 projetos culturais.
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https://www.vivermaringa.com.br/noticia/6722/aniceto-matti-artistas-maringaenses-ganham-forca-com-incentivo-de-rs-2-67-milhoes-para-50-projetos



