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A Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal (GCM) de Maringá completa nove anos de atuação nesta sexta-feira, 25. Criada para ampliar a proteção às mulheres em situação de violência, a Patrulha atua de forma integrada à rede municipal, com ações de prevenção, acolhimento e acompanhamento de vítimas. A trajetória e os avanços do serviço foram celebrados em cerimônia no Paço Municipal.
Em 2026, a Patrulha conquistou reconhecimento internacional ao ser indicada ao Prêmio Herman Goldstein. A iniciativa está entre os sete projetos selecionados de diferentes países e será apresentada na 34ª Conferência Anual de Policiamento Orientado para Problemas, em novembro, nos Estados Unidos.
A Patrulha tem aproximado a segurança pública das mulheres em situação de violência, com proteção, orientação e acolhimento. Desde a criação, a equipe já realizou mais de 18,7 mil atendimentos.
A prefeita em exercício, Majô Capdeboscq, pontuou que o aumento das denúncias de violência contra a mulher também pode refletir maior confiança das vítimas na rede de proteção. “A Patrulha Maria da Penha realizou milhares de atendimentos, acompanha cerca de 1,2 mil mulheres e tem tempo médio de resposta de cinco minutos. As mulheres têm se sentido seguras para fazer as denúncias e têm visto nas nossas forças de segurança o apoio de que precisam no dia a dia.”
O secretário de Segurança, Delegado Luiz Alves, enfatizou que é essencial fortalecer a Patrulha Maria da Penha e garantir a continuidade do trabalho de proteção às mulheres. “O enfrentamento à violência também exige conscientização e mudança cultural. Não podemos desistir. Precisamos nos reinventar todos os dias e trabalhar a conscientização desde a base, nas escolas. Além disso, é nosso dever garantir que a Patrulha tenha continuidade e seja cada vez mais fortalecida.”
A secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Leila Domenici, reforçou que o enfrentamento à violência exige atuação conjunta do poder público e da sociedade. “Nosso trabalho começa pela conscientização. Muitas mulheres precisam de ajuda, mas não conseguem pedir apoio por questões emocionais, financeiras, pelo medo e por outros fatores que dificultam o rompimento do ciclo de violência. O trabalho do poder público é alcançar essas mulheres. E fazemos isso por meio de toda a rede de proteção, com o Judiciário, as forças de segurança, as entidades e a sociedade civil. Esse é um trabalho de todos nós.”
A comandante da Guarda Civil Municipal, Irene Santos, reconheceu a dedicação de toda a equipe e destacou o comprometimento dos profissionais com a proteção das mulheres. “O trabalho, a dedicação e o compromisso de cada profissional fazem a diferença e fortalecem nossa atuação diariamente”, afirmou.
A vereadora Akemi Nishimori ressaltou a importância do trabalho conjunto da rede de proteção no enfrentamento à violência contra a mulher. “Agradeço a todos que trabalham para garantir segurança e dignidade às mulheres e ajudam a construir uma Maringá mais unida”, dissse.
“Nenhuma instituição consegue enfrentar sozinha a violência contra a mulher. É a união de esforços, a parceria e o compromisso de cada integrante da rede que tornam possível oferecer um atendimento mais humano, completo e efetivo”, afirmou a supervisora da Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal de Maringá, Sueli Braga Pompeo.
Presenças – Também participaram da cerimônia a chefe da Delegacia da Mulher, delegada Paloma Batista; a psicóloga Eliane Maio; a presidente do Fórum Maringaense de Mulheres, Tania Tait; a presidente da ONG Maria do Ingá, Ana Maria Tardeli; o reitor da Unicive e presidente da Acim, José Carlos Barbieri; a assistente social da Vara de Violência Doméstica contra a Mulher, Kellen Galego; o corregedor da Guarda Civil Municipal (GCM), Henrique Manoel Bittencourt; alunos da GCM, além de secretários municipais e demais autoridades.
A Patrulha tem aproximado a segurança pública das mulheres em situação de violência, com proteção, orientação e acolhimento. Desde a criação, a equipe já realizou mais de 18,7 mil atendimentos.
A prefeita em exercício, Majô Capdeboscq, pontuou que o aumento das denúncias de violência contra a mulher também pode refletir maior confiança das vítimas na rede de proteção. “A Patrulha Maria da Penha realizou milhares de atendimentos, acompanha cerca de 1,2 mil mulheres e tem tempo médio de resposta de cinco minutos. As mulheres têm se sentido seguras para fazer as denúncias e têm visto nas nossas forças de segurança o apoio de que precisam no dia a dia.”
O secretário de Segurança, Delegado Luiz Alves, enfatizou que é essencial fortalecer a Patrulha Maria da Penha e garantir a continuidade do trabalho de proteção às mulheres. “O enfrentamento à violência também exige conscientização e mudança cultural. Não podemos desistir. Precisamos nos reinventar todos os dias e trabalhar a conscientização desde a base, nas escolas. Além disso, é nosso dever garantir que a Patrulha tenha continuidade e seja cada vez mais fortalecida.”
A secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Leila Domenici, reforçou que o enfrentamento à violência exige atuação conjunta do poder público e da sociedade. “Nosso trabalho começa pela conscientização. Muitas mulheres precisam de ajuda, mas não conseguem pedir apoio por questões emocionais, financeiras, pelo medo e por outros fatores que dificultam o rompimento do ciclo de violência. O trabalho do poder público é alcançar essas mulheres. E fazemos isso por meio de toda a rede de proteção, com o Judiciário, as forças de segurança, as entidades e a sociedade civil. Esse é um trabalho de todos nós.”
A comandante da Guarda Civil Municipal, Irene Santos, reconheceu a dedicação de toda a equipe e destacou o comprometimento dos profissionais com a proteção das mulheres. “O trabalho, a dedicação e o compromisso de cada profissional fazem a diferença e fortalecem nossa atuação diariamente”, afirmou.
A vereadora Akemi Nishimori ressaltou a importância do trabalho conjunto da rede de proteção no enfrentamento à violência contra a mulher. “Agradeço a todos que trabalham para garantir segurança e dignidade às mulheres e ajudam a construir uma Maringá mais unida”, dissse.
“Nenhuma instituição consegue enfrentar sozinha a violência contra a mulher. É a união de esforços, a parceria e o compromisso de cada integrante da rede que tornam possível oferecer um atendimento mais humano, completo e efetivo”, afirmou a supervisora da Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal de Maringá, Sueli Braga Pompeo.
Presenças – Também participaram da cerimônia a chefe da Delegacia da Mulher, delegada Paloma Batista; a psicóloga Eliane Maio; a presidente do Fórum Maringaense de Mulheres, Tania Tait; a presidente da ONG Maria do Ingá, Ana Maria Tardeli; o reitor da Unicive e presidente da Acim, José Carlos Barbieri; a assistente social da Vara de Violência Doméstica contra a Mulher, Kellen Galego; o corregedor da Guarda Civil Municipal (GCM), Henrique Manoel Bittencourt; alunos da GCM, além de secretários municipais e demais autoridades.
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https://www.vivermaringa.com.br/noticia/7001/prefeitura-realiza-cerimonia-em-comemoracao-aos-nove-anos-de-atuacao-da-patrulha-maria-da-penha-da-guarda-civil-de-maringa



