Home Notícias Coluna Roberta Stieven

Às vezes, a ajuda que a gente precisa não está longe. Está logo depois do portão.
A gente sabe o nome de quem aparece na televisão, acompanha a rotina de influenciadores nas redes sociais, reconhece pessoas que nunca encontrou pessoalmente… mas será que sabe o nome do vizinho que mora há anos na casa ao lado?
Pode parecer uma pergunta simples, mas diz muito sobre a forma como estamos vivendo.
A rotina é corrida. Saímos cedo, voltamos tarde, entramos na garagem, fechamos o portão e seguimos para nossos compromissos. No elevador, um cumprimento rápido. Na calçada, um sorriso discreto. E, muitas vezes, é só isso que sabemos uns dos outros.
Mas os últimos acontecimentos em Maringá nos lembram de algo importante: imprevistos acontecem, e ter uma rede de apoio por perto pode fazer toda a diferença.
É nessas horas que conhecer quem mora ao lado deixa de ser apenas uma questão de boa convivência e passa a ser também uma questão de cuidado. Saber se há um idoso que mora sozinho, uma família que precisa de apoio, alguém com dificuldade de locomoção ou simplesmente ter o contato de um vizinho pode ajudar muito em uma situação inesperada.
E não estamos falando de invadir a privacidade de ninguém, muito menos de transformar a vizinhança em um grupo de fiscalização. Estamos falando de humanidade.
Às vezes, a solidariedade começa com um simples “está tudo bem por aí?”. Pode ser oferecer ajuda, compartilhar uma informação confiável, perguntar se alguém precisa de alguma coisa ou se colocar à disposição quando necessário.
Que tal começar pelo básico?Cumprimente quem você encontra com frequência.Procure conhecer os vizinhos mais próximos.Tenha o contato de alguém de confiança na vizinhança.Observe, com respeito, se alguém pode precisar de ajuda.Participe de iniciativas comunitárias do seu bairro.
Não precisamos ser melhores amigos de todos que vivem ao nosso redor. Mas podemos construir relações de respeito, confiança e colaboração.
Talvez a vida moderna tenha nos ensinado a valorizar tanto a conexão digital que acabamos esquecendo a importância da presença. E, em uma cidade que está passando por um momento delicado, vale lembrar que reconstruir também é fortalecer os laços que nos unem.
Porque uma cidade não é feita apenas de ruas, casas e prédios. É feita de pessoas. E uma vizinhança mais próxima pode começar com uma atitude muito pequena: conhecer quem mora ao seu lado.
Para refletir: se você precisasse de ajuda hoje, saberia a quem bater à porta?
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
Colunista Viver Maringá
Pode parecer uma pergunta simples, mas diz muito sobre a forma como estamos vivendo.
A rotina é corrida. Saímos cedo, voltamos tarde, entramos na garagem, fechamos o portão e seguimos para nossos compromissos. No elevador, um cumprimento rápido. Na calçada, um sorriso discreto. E, muitas vezes, é só isso que sabemos uns dos outros.
Mas os últimos acontecimentos em Maringá nos lembram de algo importante: imprevistos acontecem, e ter uma rede de apoio por perto pode fazer toda a diferença.
É nessas horas que conhecer quem mora ao lado deixa de ser apenas uma questão de boa convivência e passa a ser também uma questão de cuidado. Saber se há um idoso que mora sozinho, uma família que precisa de apoio, alguém com dificuldade de locomoção ou simplesmente ter o contato de um vizinho pode ajudar muito em uma situação inesperada.
E não estamos falando de invadir a privacidade de ninguém, muito menos de transformar a vizinhança em um grupo de fiscalização. Estamos falando de humanidade.
Às vezes, a solidariedade começa com um simples “está tudo bem por aí?”. Pode ser oferecer ajuda, compartilhar uma informação confiável, perguntar se alguém precisa de alguma coisa ou se colocar à disposição quando necessário.
Que tal começar pelo básico?Cumprimente quem você encontra com frequência.Procure conhecer os vizinhos mais próximos.Tenha o contato de alguém de confiança na vizinhança.Observe, com respeito, se alguém pode precisar de ajuda.Participe de iniciativas comunitárias do seu bairro.
Não precisamos ser melhores amigos de todos que vivem ao nosso redor. Mas podemos construir relações de respeito, confiança e colaboração.
Talvez a vida moderna tenha nos ensinado a valorizar tanto a conexão digital que acabamos esquecendo a importância da presença. E, em uma cidade que está passando por um momento delicado, vale lembrar que reconstruir também é fortalecer os laços que nos unem.
Porque uma cidade não é feita apenas de ruas, casas e prédios. É feita de pessoas. E uma vizinhança mais próxima pode começar com uma atitude muito pequena: conhecer quem mora ao seu lado.
Para refletir: se você precisasse de ajuda hoje, saberia a quem bater à porta?
Roberta Stieven
Uma coluna sobre pessoas, movimentos e tudo aquilo que gera conexão.
Colunista Viver Maringá
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Você conhece quem mora ao seu lado?
Às vezes, a ajuda que a gente precisa não está longe. Está logo depois do portão. A gente sabe o nome de quem aparece na televisão, acompanh
https://www.vivermaringa.com.br/noticia/7257/voce-conhece-quem-mora-ao-seu-lado

